EPTC APRESENTA NOVAS PROPOSTAS PARA MELHORIAS NO SERVIÇO DE TÁXIS ACESSÍVEIS

Durante reunião virtual realizada nesta terça-feira (22/4), a Comissão de Defesa do Consumidor, Direitos Humanos e Segurança Urbana (CEDECONDH) da Câmara Municipal de Porto Alegre, retomou a discussão sobre a questão dos táxis acessíveis na Capital.

Em abril, deste ano, o primeiro encontro foi presidido pelo Presidente da Frente em Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, vereador Alvoni Medina (Republicanos), atendendo um pedido da Federação Rio-Grandense de Entidades de Deficientes Físicos (FREDEF). Na ocasião, os usuários do serviço e taxistas relataram suas principais dificuldades e ficou definido que as sugestões expostas no encontro seriam encaminhadas ao Executivo Municipal.

No início da reunião, o vereador Alvoni Medina destacou o objetivo do encontro. “Estamos aqui para tratar mais uma vez, sobre a pauta dos táxis acessíveis na Capital. No dia 13 de abril, tivemos uma importante reunião virtual com os vereadores representantes da Cedecondh, usuários e  entidades para debater as debilidades da acessibilidade nos táxis da Capital e a eficiência do serviço”, afirmou Medina.

Diante das questões apresentadas, o gerente de operações da EPTC, Luciano Souto, apresentou três pontos que a instituição está trabalhando para melhorias na prestação do serviço. “Estamos realizando um novo levantamento de quantos usuários estão precisando do serviço e um novo sorteio para recolocação de pontos fixos para os táxis que são acessíveis. Até o final do mês será lançado um novo edital com todas as modificações. Outra alternativa citada é a mudança na legislação dos táxis acessíveis para que o veículo tenha otimização nos pontos de táxis para melhorar o deslocamento. A outra mudança que está sendo analisada é a redução ou isenção da taxa par os taxistas”, afirmou Souto.

O vereador Alvoni Medina finalizou a reunião, sugerindo que seja feito um Projeto de Indicação pela CEDECONDH ao Executivo, para alteração da lei dos táxis, para tentar resolver os tópicos abordados nessa reunião em relação aos táxis acessíveis, como por exemplo, a questão das taxas e isenções, sobre a adesão de todos ao aplicativo e sobre os incentivos a esses motoristas, e também sobre o curso a ser oferecido aos usuários e motoristas.

Desde 2019, o vereador Alvoni Medina vem intermediando junto aos órgãos responsáveis, buscando alternativas para resolver a questão da acessibilidade nos veículos. Em média mais de 250 mil deficientes físicos, disputam o serviço de 48 táxis acessíveis na capital.

Participaram da reunião, o presidente da comissão, vereador Alexandre Bobadra (PSL), o vereador, Kaká D’Ávila (PSDB), e as vereadoras Reginete Bispo (PT) e a vereadora Mônica Leal (PP).

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